Cordas e fitas

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Quer saber mais sobre os mosquetões e as fitas de escalada?

Na Deporvillage, temos uma grande variedade de cordas de escalada, mas, como noutros elementos de segurança de escalada, há que saber como os utilizar. Para tal, o primeiro que devemos conhecer é a certificação das mesmas, uma vez que cada modelo deve cumprir uma normativa legal de segurança antes de se poder vender.

As cordas de escalada podem-se dividir em três classificações: as estáticas, as semiestáticas e as dinâmicas. Cada uma tem um uso diferente e uma subclassificação diferente e igualmente importante.

Cordas estáticas: Utilizam-se para subir pesos e nunca se devem utilizar para escalar e assegurar. Só se utilizam em montanha.

Cordas semiestáticas: A sua percentagem de alongamento não é superior a 5%, fazendo com que sejam quase estáticas. Costumam-se utilizar para asseguramento na vertical e progredir em montanha. Se estão bem homologadas, o seu diâmetro vai desde os 9 aos 16 mm. Não se utilizam para escalar e não são úteis para assegurar, uma vez que, em caso de caída, a travagem do escalador seria brusca e repentina, podendo causar graves danos em zonas delicadas, como as costas e as cervicais. Dividem-se em dois tipos:

- Tipo A: São utilizadas por profissionais em resgates e são as mais resistentes. Resistem 22 kN mediante tração, 15 kN com nó em assegurador de 8 e 5 caídas sucessivas com 100 kg.

- Tipo B: Utilizam-se em grupos reduzidos de espeleologia, canionismo e escalada de alta montanha ou Big Wall. Resistem 18 kN mediante tração, 12 kN com nó em assegurador de 8 e 5 caídas sucessivas com 80 kg.

Cordas dinâmicas: são as que se utilizam para assegurar em escalada e alpinismo. A sua alta percentagem de alongamento absorve e amortece a caída. Dividem-se em três tipos homologados, que é importante diferenciar, já que cada corda deve ser utilizada para aquilo para que está homologada:

- Cordas simples: O seu uso mais comum é a escalada desportiva ou de parede, graças à facilidade com a que passa pelos mosquetões. O seu alongamento em caída deverá ser de 40% na sua primeira caída, o alongamento estático deve ser menor do que 10% e a força de choque máxima é de 12 kN em caída com 80 kG. Têm o centro marcado, para saber onde dobrar e praticar rapel e podem ter tratamento de repelência à água, mas não obrigatoriamente. São marcadas com um 1 dentro de um círculo.

- Cordas para uso duplo: Utilizam-se em alpinismo e devem-se utilizar duas cordas (homologadas para uso duplo) para se assegurar. O seu diâmetro é menor do que o das simples. Quase todas as costas deste tipo têm tratamento com repelência à água para uso na montanha. São marcadas com um 2 dentro de um círculo.

- Cordas gémeas: Das cordas dinâmicas, são as que têm o menor diâmetro e sempre há que utilizar duas cordas para assegurar. Estão marcadas com dois aros entrelaçados.


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